Khaotung continuou a compartilhar com a psicóloga, visivelmente angustiado ao relembrar os eventos recentes que agora faziam sentido."Além disso," começou Khaotung, "há alguns dias, no sábado, um amigo nosso veio visitar. Estávamos todos no jardim, e Lily estava sentada brincando. Quando Mark chegou e tentou dar um abraço nela, ela começou a chorar intensamente. Ficou visivelmente nervosa, tremendo."
First interrompeu, sua voz também carregada de preocupação. "Eu a levei para dentro rapidamente, tentando acalmá-la. Ela estava muito agitada. Depois de um tempo, ela acabou adormecendo no sofá, completamente exausta."
A psicóloga ouvia atentamente, conectando os pontos e entendendo melhor a situação de Lily. Ela fez uma anotação rápida antes de olhar para Khaotung e First com empatia.
"Parece que esses episódios de ansiedade e desconforto estão se tornando mais frequentes," comentou a psicóloga. "É compreensível que ela esteja reagindo dessa forma, considerando o que vocês me contaram."
Khaotung concordou, sentindo um nó na garganta ao pensar no sofrimento de Lily. "Nós queremos entender como podemos ajudá-la melhor. Como podemos ajudar Lily a superar esses momentos difíceis?"
A psicóloga respirou fundo, pensativa. "É importante continuar oferecendo um ambiente seguro e de apoio para Lily. Certifique-se de validar seus sentimentos, mesmo que ela não consiga explicar o que está sentindo. Ofereça tranquilidade e segurança sempre que possível."
First assentiu, determinado. "E quanto ao professor João? O que podemos fazer para garantir que ele não continue causando esse desconforto?"
"Na creche está ciente da situação e está tomando medidas," explicou a psicóloga. "Eles têm protocolos para lidar com casos assim. É essencial continuar monitorando Lily e estar atento a qualquer mudança em seu comportamento."
Khaotung agradeceu, sentindo um pouco de alívio ao saber que medidas estavam sendo tomadas para proteger Lily. "Nós faremos tudo que estiver ao nosso alcance para garantir que ela esteja segura e feliz."
A psicóloga sorriu gentilmente. "Vocês estão no caminho certo ao buscar ajuda e apoio para Lily. Com amor e paciência, ela vai superar isso."
Com isso, Khaotung e First saíram da sala da psicóloga, renovados em sua determinação de ajudar Lily a enfrentar e superar os desafios que estavam enfrentando. Eles sabiam que não seria fácil, mas estavam unidos em seu objetivo de proteger e cuidar de sua filha querida.
Entendo, aqui está a continuação da história:
"Depois que Lily acordou no sofá, ela estava lá, tranquila, tomou um sorvete," disse Khaotung, lembrando-se dos momentos após a soneca da filha. "Foi quando Mark quis pegá-la no colo. Mas ela ficou extremamente agitada, seus olhos pareciam pedir socorro. Começou a chorar desesperadamente, como se algo muito ruim estivesse acontecendo."
First concordou com um aceno de cabeça, preocupado com a expressão de Lily naquele momento. "Sim, ela estava claramente desconfortável. Mais tarde, na cozinha, Mark sugeriu que brincasse com Lily para ver se ela se abriria mais. Quando ele se aproximou dela no chão e perguntou se queria brincar, tudo começou a ficar ainda mais preocupante. Ela começou a chorar, claramente não gostando da situação."
A psicóloga ouvia atentamente, absorvendo cada detalhe da narrativa. Ela fez uma pausa antes de falar, avaliando a situação com seriedade.
"Parece que esses episódios estão causando um grande impacto emocional em Lily," comentou a psicóloga com voz suave, mas firme. "É muito importante que ela se sinta segura e protegida. E que saiba que pode confiar em vocês para protegê-la."
Khaotung assentiu, sentindo um peso no coração por não ter percebido a extensão do sofrimento de Lily antes. "Nós queremos fazer tudo que pudermos para ajudá-la. Mas como podemos lidar com esses momentos de crise, especialmente quando ela fica com febre?"
"Acalmar e oferecer conforto é fundamental," explicou a psicóloga. "Distrações suaves, como histórias ou músicas tranquilas, podem ajudar. Se a febre persistir ou se houver outros sintomas físicos preocupantes, é importante procurar orientação médica."
Claro, aqui está a continuação da história:
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Depois de Khaotung e First contarem todos os detalhes para a psicóloga, ela ouviu atentamente e fez algumas anotações. Após refletir por um momento, a psicóloga disse com calma:
"Baseado nos relatos que vocês me deram, eu tenho uma ideia do que pode estar acontecendo com a Lily. Mas para termos certeza, eu gostaria de falar com ela diretamente."
Khaotung e First trocaram olhares preocupados, mas assentiram, confiando na psicóloga para ajudar Lily da melhor forma possível.
então a psicóloga foi até a outra fala onde a pequena Lily
A psicóloga sentou-se ao lado de Lily, que ainda segurava seus lápis de cor com delicadeza, os olhos fixos no papel em branco à sua frente. Com voz suave, a psicóloga começou a conversar:
"Oi, Lily. Seus pais me contaram que você gosta muito de desenhar. O que você está desenhando hoje?"
Lily olhou para a psicóloga, um pouco surpresa com a mudança de assunto, mas lentamente começou a falar sobre seu desenho, descrevendo as cores e os detalhes.
"Agora, eu queria perguntar como você está se sentindo ultimamente," continuou a psicóloga, com um tom gentil. "Você pode me contar?"
Lily ficou quieta por um momento, seus olhos baixando novamente para o desenho. Ela suspirou antes de responder com hesitação: "Eu não sei explicar."
A psicóloga assentiu compreensivamente. "Às vezes, é difícil colocar em palavras o que estamos sentindo. Mas você pode me dizer se algo está te deixando preocupada ou triste?"
Lily balançou a cabeça afirmativamente, brincando com um dos lápis de cor em suas mãos. "O professor João... ele fazia coisas que eu não gostava," murmurou ela, quase como se estivesse com medo de dizer em voz alta.
A psicóloga ouviu atentamente, encorajando Lily a continuar. "Você está certa em contar, Lily. O que ele fazia?"
Lily começou a explicar timidamente sobre os momentos desconfortáveis com o professor João. Ela falou sobre como ele a tocava de maneira que a fazia se sentir assustada e triste, e como ele pedia para ela não contar a ninguém.
A psicóloga escutava atentamente, fazendo perguntas gentis para ajudar Lily a expressar seus sentimentos. Ela validou os sentimentos da menina e ofereceu conforto, assegurando que Lily estava segura agora.
"Você fez muito bem em contar, Lily," disse a psicóloga com um sorriso gentil. "Agora, estamos aqui para te ajudar e garantir que nada disso aconteça de novo. Você pode confiar em mim e em seus pais."
Lily assentiu lentamente, um leve sorriso aparecendo em seu rosto enquanto se sentia aliviada por finalmente compartilhar seus sentimentos. Ela sabia que estava cercada de apoio e que não precisava ter medo.
A psicóloga observou Lily por um momento, vendo-a brincar com os lápis de cor com uma expressão pensativa no rosto. Ela sabia que era importante continuar conversando com a menina para entender melhor seus sentimentos.
"Você gosta de ir para a creche, Lily?" perguntou a psicóloga suavemente, tentando iniciar uma conversa leve.
Lily assentiu timidamente, mas seu rosto começou a se contorcer com tristeza. "Eu... eu não quero mais ir," murmurou ela, lágrimas começando a escorrer por suas bochechas.
A psicóloga se aproximou mais, colocando uma mão gentil sobre o ombro de Lily. "Por que você não quer mais ir, querida?"
Lily soluçou a conseguir falar. "Eu quero meu papai... toda vez que eu
A psicóloga assentiu com compreensão. "Eu entendo, Lily. Seu papai está aqui fora esperando por você, sabia? Ele está muito preocupado com você e quer saber se está tudo bem."
Lily olhou para a psicóloga com olhos marejados. "Ele... ele tá preocupado comigo?" perguntou ela, sua voz pequena e incerta."Aham, ele está sim," respondeu a psicóloga com um sorriso gentil. "Ele te ama muito e quer te ver feliz. Você pode me contar por que tem se sentido triste na creche? Estou aqui para te ajudar."
Lily respirou fundo, tentando controlar
o choro enquanto começava a explicar. Ela falou sobre como se sentia sozinha às vezes, e sobre algumas coisas que aconteciam na creche que a deixavam desconfortável. A psicóloga ouviu atentamente, fazendo perguntas gentis para entender melhor a situação.
"Você fez muito bem em me contar, Lily," disse a psicóloga com um sorriso encorajador. "Agora vamos trabalhar juntas para garantir que você se sinta segura e feliz na creche, tudo bem?"
Lily assentiu lentamente, sentindo-se aliviada por ter compartilhado seus sentimentos. Ela sabia que a psicóloga estava ali para ajudá-la, assim como seus pais.