17 - Capítulo

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Bom dia amores, peço perdão por não ter postado ontem. Tava atualizando a outra fanfic nova. Ela já está disponível amores, é só acessar perfil, que ela estará lá. Obgda amores, sem delongas, boa leitura. 

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   POV Rebecca


- REBECCA, ACORDA, A HANNA  ESTÁ AQUI. – minha querida mãe gritou na porta do meu quarto, e eu cai da cama com o susto que levei, Hanna estava aqui? Em um sábado? Que milagre é esse? Vai ver é o beijo Armstrong. Sorri ao pensar nisso e levantei do chão, olhei no relógio, onze e trinta e seis da manhã. Nossa, dormi pra caramba.

 Fui até o banheiro tomei um banho super rápido, lavei os cabelos, fiz toda minha higiene e quando sai do banheiro já passava de meio dia, droga, eu queria ficar bonita pra ela, e não fazer ela desistir de esperar. Vesti um vestido branco soltinho que chega até metade das coxas e arrumei meu cabelo, não quis passar maquiagem por que se não ia dar na cara demais também, desci as escadas e ela estava na sala vendo TV.

- Oi Hanna, tudo bem? – perguntei me sentando ao lado dela e depositando um beijo em sua bochecha, o nariz dela já estava melhor e eu me sentia aliviada com isso.

- Tudo sim, você ta bonita. – ela disse e eu corei. – Então, vim aqui por que queria pegar a matéria de geografia com você, tudo bem? – perguntou docemente.

- Claro, vamos lá pro quarto. – fui até a cozinha e disse pra minha mãe que íamos ver uma matéria da escola e ela assentiu com a cabeça. Subimos as escadas e logo estávamos no meu quarto, eu inocentemente fui pegar meu caderno em cima da mesa do computador ficando de costas para Hanna, mas logo senti seu corpo colidir com o meu.

- Na verdade eu vim mesmo pra resolvermos o que começamos naquele dia. – ela disse no meu ouvido e sorri maliciosamente.

 Virei de frente pra ela e não esperamos nem mais um segundo, começamos um beijo desesperado, ninguém tinha domínio, nossas línguas estavam em guerra e isso era delicioso, ela agarrou em meus cabelos e eu agarrei sua nuca, ela me empurrou levemente até a parede e continuamos o beijo. Suas mãos começaram a passear pelo meu corpo, e não demorou muito pra que ela me guiasse até a cama, quando estávamos no meio do quarto, ouvimos uma batida na porta do quarto.

- Vamos almoçar meninas. – minha mãe chamou e Hanna bufou e estava com cara de brava. Dei um selinho nela.

- Vamos fazer assim, depois da festa na casa da Lauren, você vai pra minha casa. – ela disse e eu concordei, descemos e ela não quis ficar pra almoçar, disse que tinha que sair com a mãe e assim se foi.

- E ai, filha, deu pra estudar? – minha mãe perguntou.

- Oh se deu, ela é inteligente, foi fácil. – expliquei, meu pai entrou na cozinha todo feliz.

- Oi amor, onde você tava até agora? – minha mãe perguntou.

- Com Freen e o Otto. Encontrei eles na rua quando fui comprar novos pneus para o carro e eles estavam na mesma loja, ficamos conversando sobre o novo carro de Freen e ela prometeu deixar eu dar uma volta. Amor, ela tem um Mustang 72, incrível não é? – minha mãe assentiu com a cabeça, e tenho certeza que ela nem sabia que carro era, e meu pai parecia uma criança que acabou de ganhar o que queria no natal. Minha irmã que estava na cozinha se pronunciou pela primeira vez quando começamos a comer.

- Becky, por que você não chama suas amigas pra dormir aqui hoje? –  perguntou e eu olhei pra ela sem entender, ela nunca gostou muito delas, até que me lembrei de Freen, claro.

- Por que isso agora? – perguntei arqueando uma sobrancelha.

- Por que nós temos que combinar algumas coisas. – ela disse e lembrei das bebidas, é pode ser.

- Que coisas? – meu pai perguntou.

- Ah, é que sexta vai ter uma festa na casa da Lauren e já queremos ver as roupas, essas coisas. – eu expliquei.

- Tem que decidir isso com uma semana de antecedência? Mulheres. – ele disse revirando os olhos.

- Vou mandar uma mensagem pra elas. – eu disse e peguei meu celular, mandei a mesma mensagem para todas as meninas, inclusive o Heng. Hanna disse que não poderia vir, isso eu já tinha quase certeza, Lauren, Ariana, Camila e Heng confirmaram que viriam e mandaram eu estocar comida. Freen demorou um pouco mais pra responder, mas também confirmou.

- Todos vão vir, menos Hanna. – eu disse e lembrei de uma coisa, avisei meus amigos que minha família não sabia do meu namoro com Freen e todos entenderam. 

Minha mãe disse que encomendaria pizza, era sempre assim, eles adoram meus amigos e isso é ótimo. Terminamos de comer e Irin foi comigo ao mercado comprar algumas besteiras e refrigerante. Ela parecia bastante animada com a idéia deles dormirem lá em casa. Voltamos logo pra casa por que tínhamos comprado sorvete, quando chegamos guardamos as coisas, vimos nossos pais descendo as escadas.

- Já estocaram a casa com besteira? – minha mãe perguntou.

- Já, tá tudo certo. – eu disse.

- Filha, pede pra Freen vir mais cedo, por favor. – meu pai disse e eu mandei uma mensagem pra ela. 

Dois minutos depois ela disse que em meia hora estava na minha casa. Meus pais foram pra varanda e Irin ficou assistindo um programa qualquer na TV, fui até a varanda, e meu pai, sentado ao lado da minha mãe, fazia carinhos em sua barriga. Me sentei ao lado deles e fiquei olhando a cena. Com um sorriso no rosto.

- O que você acha que é, filha? – meu pai perguntou sem tirar os olhos da barriga da minha mãe.

- Menina. – eu disse e meu pai me olhou.

- Mais uma? É muita mulher na minha vida. – ele disse e eu sorri.

- Se vim com saúde, o sexo não importa. – minha mãe disse. – A primeira consulta ta marcada para daqui duas semanas, eu queria que você fosse comigo, Ricardo. – mamãe disse olhando para o meu pai. – Não posso pedir sempre que minha nora me leve. – ela disse seriamente e eu engasguei, comecei uma crise de tosse e meus pais gargalhavam da minha cara, eles falavam de Freen.

- Ela tava chamando o Otto de sogrinho, amor. – meu pai comentou e eu já estava vermelha.

- Pai, eu já expliquei, foi por que ele me chamou de norinha, só isso, ai eu quis entrar na brincadeira, Freen e eu, é amizade. – eu expliquei.

- Não sei não, o jeito que você correu para os braços dela lá no hospital, como ela faz suas vontades, como se olham de forma carinhosa, posso até estar errada, mas vocês se gostam, só não enxergam isso. – minha mãe disse. - Eu e seu pai éramos melhores amigos na época de escola, todo mundo achava que a gente ia namorar, mas nós dois dizíamos que nunca isso aconteceria, eu acabei namorando outro rapaz, e por conta desse namoro me afastei um pouco de seu pai, mas o namoro não durou nem dois meses, e seu pai foi meu ombro amigo, nos aproximamos mais ainda e quando eu percebi estávamos no altar, um ano depois veio a Irin. – minha mãe contou e eu não sabia dessa história, meu pai parecia orgulhoso dessa história.

- Oi. – olhei pra trás e vi Freen entrando na varanda, ela parou ao meu lado e meu deu um beijo no pescoço, eu deixei minha mão sobre o seu rosto e aproveitei o contato. Ela se separou e sorriu pra mim. – Oi tia Kate, oi Ricardo. – ela cumprimentou meus pais.

- Freen, eu estava esperando por você, vamos conversar? – meu pai disse e Freen o seguiu para dentro e eu fiquei mais um tempo ali com minha mãe. 

A Minha Amiga - FreenBeckyOnde as histórias ganham vida. Descobre agora